segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Inferno Nuclear - lyric video de "Vítimas" está lançado


Nome forte do thrash metal nacional,  Inferno Nuclear, lançou nesta segunda-feira (5) o lyric vídeo de "Vítimas", faixa retirada do muito bem avaliado álbum "Diante de um Holocausto", de 2021.


A banda que tem suas origens na capital paraense, mudou-se para São Paulo, onde segue com Wellington Freitas (vocal/fundador), Leonardo Garcia (guitarra), Leandro Kronnos (baixo) e Marcos Luz (bateria).

O lyric vídeo de "Vítimas" é uma obra audiovisual do belenense Raoni Joseph, músico e vídeo maker/motion designer. A capa alternativa do vídeo é de Elton Carlos.

Aqui está "Vítimas". Acesse e ouça ALTO!


Capa alternativa de "Vítimas" por Elton Carlos


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Todos merecem uma sentença 


A edição frenética de Raoni se adequa a letra da Inferno Nuclear, dando visibilidade à pessoas em situação de risco, marginalizadas e vulneráveis. Já para os que fingem não ver e até lucram com isso, a letra de Wellington Freitas é direta: Todos merecem uma sentença.

"A letra aborda a triste realidade das pessoas e principalmente dos menores de idade que vivem nas ruas em situação de vulnerabilidade econômica e social em nosso país", disse Wellington, para quem a desigualdade social e o descaso a nível de gestão governamental é a causa dessa situação.



Raoni Joseph, diretor e editor de "Vítimas"


O editor e diretor de "Vítimas" reforça o dito pelo vocalista. "A música trata sobre pessoas em situação de rua e sobre como o sistema nada faz para intervir nisso. A ideia era transmitir indignação aliando letra, imagem e som. Já trabalho com o Inferno Nuclear desde que fizemos o clipe de 'Insensatez Humana' e essa parceria com eles sempre deu muito certo", disse Raoni.

Próximo ataque 


Dia 10 de Agosto, no Boteco Selvagem II, em Itaquera/SP, o Inferno Nuclear tocará na integra o álbum “Diante de Um Holocausto”. Dessa forma finalizando o ciclo do álbum, explicou Wellington Freitas.

*por Artur Mamede 



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Dorsal Atlântica - "Armagedon" regravada na guitarra baiana


O multimídia Carlos Lopes, fundador da eterna entidade da MPB (Música Pesada Brasileira) Dorsal Atlântica, resgatou "Armagedon" faixa registrada no lado Dorsal de "Ultimatum", o mítico split com o Metalmorphose de 1985.


A nova "Armagedon" tem como novidade sua releitura executada na Matadeira, a guitarra baiana pilotada por Carlos Lopes já há alguns anos. A agressividade original da faixa ganhou um plus na estridência e velocidade pelas mãos hábeis do músico.

Outro ponto de destaque são os recursos que Lopes usou para a captação de "Armagedon". Mais uma vez o músico lançou mão de um smartphone para registrar e editar áudio e vídeo.

Confira "Armagedon" clicando AQUI.

E como nada é despropositado no fazer Dorsal Atlântica, a faixa teve seu lançamento coincidindo com o primeiro ano da partida de Cláudio Lopes, irmão de Carlos e baixista/fundador da Dorsal.


Cláudio Lopes (31/03/1964 - 05/08/2023)


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O mais orgânico possível 


A gênese para a nova "Armagedon" veio de uma outra regravação da faixa, desta vez pela banda paulista de death metal Açoite. O bom contador de histórias Carlos Lopes contou tudo nas redes sociais 

"Gravei este vídeo assim que a banda Açoite me enviou a regravação de Armagedon para o seu novo álbum. Para o Açoite eu testei as posições de captação do celular e o volume do amplificador, mas nesta versão de hoje coloquei a questão técnica de lado e registrei na emoção. O mais orgânico possível.


Açoite, banda paulista de death metal 


Quando o Açoite me pediu uma participação na faixa, não recusei. Em primeiro lugar porque eles estão em todos os shows da Dorsal em São Paulo e segundo porque esta é uma faixa que me lembra diretamente o meu irmão e o início de nossa carreira. 

Gravei todos os solos de guitarra para o Açoite com este mesmo celular, e o resultado ficou muito bom.

E por fim, exatamente há um ano, o meu irmão Cláudio Lopes, co-fundador da Dorsal, faleceu neste mesmo mês em que nasci", contou Lopes.


Homenagem a Elon Musk


Imparável, pois a alma descansada não brilha jamais, Lopes cometeu horas antes da saída da nova "Armagedon", o disparo do lyric video "Elon". Uma criação conjunta com o artista visual -brasileiro radicado em Portugal, Sama.

"Elon", composta e executada no violão (sobre conceito e letra de Sama), tem uma levada rock inglês (inclusive em sua mordacidade), muito bem embalada pela calma voz de Lopes que mais uma vez explicou o ato.






Aqui está "Elon", acesse e ouça ALTO!

"Após compor e gravar o Pandemia da Dorsal Atlântica em 2020, a inspiração para compor se exauriu. 

No mesmo período que o mundo adoeceu. Lição para alguns, nada de diferente para a maioria. Natural porque muitos já estavam mortos. 

Comecei a trabalhar com ilustração para cinema e documentários há alguns anos no reforço da equipe do documentarista Silvio Tendler e através dele conheci o brasileiro Sama, que há tempos reside em Portugal, também terra de meus ancestrais paternos. Sama, ex-vizinho – também morou no bairro que ele chama de 'Lebronx' no Rio de Janeiro, onde nasci e cresci no mesmo prédio por 55 anos antes de me mudar para Brasília.  



Sama, o artista visual e compositor de "Elon"



Há alguns meses, Sama colocou uma pilha: 'Você pode musicar uma letra sobre Elon Musk?'

Nem cheguei a responder, a música surgiu do nada (será?) em poucos minutos, melodia e harmonia. Gravei ao vivo com o celular. Nesse instante, soube que a inspiração havia voltado após 4 anos e refiz duas conexões: com a ancestralidade e a musicalidade.

Some-se a tudo isso, os 'causos' do inconsciente: Sama reside no Porto, próximo à igreja de Nossa Senhora da Lapa, onde repousa o coração de D. Pedro I, mesma cidade onde reside Raquel Pinheiro, que conheci quando a Dorsal Atlântica foi tocar em Portugal em 1996 e que também me pediu outra colaboração musical. E para referendar que nada é por acaso, o meu único irmão faleceu há um ano exatamente nesta semana.

Elon (o conceito, não a pessoa) abriu a porta do inconsciente. Eu não compunha, nem pensava nisso, mas aconteceu. E está acontecendo", explicou o músico.

*por Artur Mamede 



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domingo, 4 de agosto de 2024

Coirama - banda amazonense lança primeiro EP


"da revolução das caras celestes" é o primeiro registro oficial de média duração da banda amazonense Coirama. O EP de cinco faixas, lançado nos primeiros dias de agosto, é carregado do bom indie rock com o tempero do prog, grunge, mangue beat e pop rock.


Esse amálgama sonoro pode ser creditado a gênese da Coirama, nascida nas festas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) no ano de 2013, quando se vivia a ressaca pós-primeira onda do (bom) rock autoral amazonense que trouxe Platinados, Underflow e outras dos 90.

Muitas dessas referências são identificadas no som da Coirama, mas não há ranço saudosista e nem a emulação de um passado que já se faz distante - queiram ou não.

Aqui está "da revolução das caras celestes". Acesse e ouça ALTO!

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Existencialismo pop


Produzido por Ana Paula Mady (do Fubica Home Studio, faixas 2, 4 e 5) e Michel Pereira (Studio Janks, faixas 1 e 3), "da revolução das caras celestes" soa límpido e audível. A produção do EP levou seis meses, e conseguiu captar o que a banda tinha para falar e também o empenho da produção.

As influências declaradas da banda pelo rock dos 90, mangue beat e brega são facilmente reconhecidas nos bons riffs de guitarra e levadas sincopadas e grooveadas de baixo e bateria.

A parte lírica nos devolve ao período de criação da banda e de onde a própria se inspirou, de rimas fáceis e divagações que podem soar adolescentes, mas com uma boa carga de filosofia existencialista despida da tragédia (o existencialismo trágico nem sempre funciona bem na música).

O tal existencialismo também é impresso de forma pictórica na capa do EP, uma criação de Vinícius Yankee, que teve o talento descoberto por Felipe André, professor de Vinícius e vocalista da Coirama.


Capa de "da revolução..." por Vinícius Yankee 


A capa, segundo Felipe, representa “os caras celestes”, uma representação da banda como um sketch feito pelo artista, dando a ideia de elevação e a proximidade com o "divino" ou a "substância". A ilustração pode ser ouvida (abuse da sinestesia) na faixa "salve-se agora ou cálice para sempre" (já entre as preferidas do editor).




Além de Felipe, que também é guitarrista, a Coirama é formada por Cainã Tamer (guitarra, vocais e voz de apoio), Rui Morais (baixo) e Gustavo Alves (bateria).

Procure saber mais sobre a Coirama. O EP e dois singles estão disponíveis em todas as plataformas.


Track list 

1. estátua de vidro 

2. pecado original 

3. mil desculpas 

4. arta

5. salve-se agora ou cálice para sempre 

*por Artur Mamede 



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sábado, 3 de agosto de 2024

Masters of Noise já tem 20 bandas confirmadas


Com mais cinco bandas anunciadas, agora são 20 as atrações confirmadas no Masters of Noise Extreme Music Fest, evento FVM que acontece nos dias 7, 8, 14 e 15 de dezembro, no Container DC em Diadema (SP).


A semana de divulgação (com uma banda por dia) começou com a confirmação da representante do grind/death paulistano Desalmado. Seguiu-se então a amazonense Hellconfesso (grindcore), a Golpe 16, HC/punk de Vila Velha (ES), o HC/D-beat da Final Trágico (Ouro Preto-MG) e fechou com a Obitto, outra referência do grindcore nacional originária da. capital paulista.




Leia também: Drowned - "A Bancada do Pistoleiro" é o alvo do novo single

11° ano


Em seu décimo primeiro ano, o tradicional festival de música independente e extrema terá um cast com 80 bandas tocando em quatro dias.

O Masters of Noise em uma decsuas edições já chegou a contar com 100 bandas no cast, entre veteranas e novatas, seguindo a linha de grandes festivais independentes.

Bandas confirmadas até este sábado (3)


A primeira banda escalada para o Masters of Noise foi a veterana Siegrid Ingrid (SP). Os anúncios seguiram com Escafism, Terror Revolucionário, Podridão, Trassas, Voodoo Priest, Amnésia Coletiva, Agrotóxico, PSG (Poluição Sonora Gratuita),Oligarquia, Paura, Refugiadas, Phrenesy, Social Chaos e Coyote Bad Trip, mais as cinco recém confirmadas.


*por Artur Mamede 


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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Drowned - "A Bancada do Pistoleiro" é o alvo do novo single

Lançado nesta sexta-feira (2), "A Bancada do Pistoleiro" é o novo single da série que dará corpo ao novo álbum do Drowned. E seguindo a linha dos outros sete singles já lançados, a banda mineira dispara críticas contundentes a política brasileira, especialmente ao espectro destro e suas derivações e a influência destas sobre o povo.


Em um breve texto publicado nas redes sociais para o single, a Drowned já dá a deixa que não vai aliviar no novo álbum. "Você se irritou com o conteúdo? Então 'nosso tiro foi certeiro'", diz um trecho.




"A Bancada do Pistoleiro " é o oitavo single lançado com a estratégia de preparar terreno para o novo álbum da Drowned, "um disco que trata do Brasil e suas mazelas", afirma a banda. Assim já foram lançados (um para cada mês do ano, iniciando em janeiro) "Desgraça Urgente", "Ao Pó Voltarás", "Que a Forca Esteja com Você", "Misoginia em Cristo ", "Expresso 1888", "Ecocídio Napalm" e "Deus me Livre de Deus".

Aqui está "A Bancada do Pistoleiro". Acesse e ouça ALTO!

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Bancada da Bala é a puta que pariu!


"A Bancada do Pistoleiro", mais uma faixa ultravioleta da Drowned traz elementos que dão dimensão do universo sonoro da banda. Riffs de heavy metal tradicional e death/thrash fazendo as guias para a cozinha que se aproxima do hardcore e outras leituras extremas da música.

Os vocais agressivos de Fernando Lima ganham o reforço da cantora Nienna Ni que emprestava sua voz poderosa, enriquecendo a faixa e a letra 

Fernando Lima, mais Thiago Rodrigues e Marcos Amorim (guitarras), Rodrigo Nunes e Beto Loureiro (baixo e bateria, respectivamente), mais uma vez pesam a mão, fazendo desse single um dos mais agressivos da série.

Sobre o conteúdo lírico de "A Bancada do Pistoleiro" a própria banda deixa suas impressões abaixo.

"Brasil é um País extremamente desigual e não será armando a população que isso se resolverá. Armas são feitas para destruir. Só quem as fabrica ganha.

Um País para se desenvolver deveria ter uma Bancada da Educação, Bancada da Inclusão Social, Bancada da Ciência, Bancada dos Portadores de Necessidades Especiais, Bancada da Civilidade, e por aí vai.

Não vamos resolver problemas estruturais graves municiando um mercado paralelo do Crime, travestido de legalidade. É CAC na mão de milícia, bandido e cidadão despreparado. E arma nas mãos das pessoas ditas de bem muitas vezes resulta em tragédia familiar. Lembrando, arma é feita pra matar, mais nada. E mata pobre, negros de periferia, indígena, mulheres em feminicídio etc. 

'Ah, mas então você quer arma só na mão de bandido, bla bla bla'. Esses argumentos de 5ª Série aqui não colam. Crime é crime e tem de ser reprimido nos limites da Lei. E a tal Bancada da Bala está aí há décadas e NUNCA resolveu merda alguma. Sabe por qual razão? Porque não é com arma que se resolve...

Brasil precisa é de Livro, e não é religioso. Brasil precisa de uma bancada de Brasileiros de verdade, não de oportunistas a serviço de interesses escusos, que sobrevivem do medo e desesperança. Precisamos de inteligência, não truculência".

"A Bancada do Pistoleiro" e os outros singles da série são facilmente encontrados nas plataformas de streaming. Recomendo a procura e a audição.

*por Artur Mamede 


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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Cronic Band - o inrrotulável trio de BH lança novo clipe


Crossoveando metal, punk, hardcore, groove e rap, o inrrotulável trio Cronic Band reúne a diversidade de Belo Horizonte (MG) desde sua criação em 2006. "Momento do Fim", que virou clipe, é uma das faixas do álbum "O Sonho do Careta é a Realidade do Maluco", lançado no último mês de abril.


"Momento do Fim" é mais uma da Cronic Band na série Moai Sessions de vídeos gravados no Estúdio Moai em BH. A outra faixa lançada no formato é "Pergunta Sen Resposta", do álbum citado acima e de onde veio a foto de capa da matéria.

Aqui está "O Sonho do Careta é a Realidade do Maluco". Acesse e ouça ALTO!


"O Sonho do Careta é a Realidade do Maluco" (arte de Jevvisson Gonzalles 


Leia também: Claustrofobia reedita "Unleeched"


Momento do Fim 


O clipe de "Momento do Fim", assim como o outro da Moai Sessions, tem uma concepção simples e minimalista dos movimentos à iluminação. Mas tudo cresce com a música (o álbum todo é bom).

Veja aqui o clipe de "Momento do Fim".

Quebradas no tempo, breques, riffs e bases criativas e vocais hardcore, mostram a experiência desses quase 20 anos de atividades e dois álbuns lançados (o primeiro é "Vida e Atitude", de 2016).

Os dois álbuns da Cronic Band são facilmente encontrados nas plataformas de streaming e os vídeos estão no YT. Recomendo a procura.

*por Artur Mamede 


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Claustrofobia reedita "Unleeched"


"Unleeched", álbum de 2022 do Claustrofobia, ganha uma reedição e lançamento em CD e versão limitadíssima em cassete no próximo dia 13 de setembro. A reedição faz parte da estratégia promocional da M-Theory Audio com quem a banda assinou recentemente.


O álbum terá como vitrine 19 datas, em que a veterana banda de Leme (SP), agora fixada nos EUA, irá dividir o palco com Obituary e Agnostic Front na "Celebrating Life Through Death", a tour de despedida do Sepultura.


Capa de "Unleeched" por Alcides Burn 

O novo "Unleeched" terá ainda duas faixas originais, além das nove originais: "Riff Cult" e Força Além da Força", versão em português para "Strength Beyond Strength", do Pantera (veja AQUI).

Leia também: Carlos Lopes (Dorsal Atlântica): guitarra baiana, Clara Nunes e Bowie


Sobre "Unleeched"

O Claustrofobia (Marcus D'Angelo -guitarra/vocal, Rafael Yamada - baixo/vocal e Caio D'Angelo - bateria) lançaram o "Unleeched" em 2022 apenas no Brasil. O álbum tem o deat/thrash da banda, aqui tendendo para o groove metal, foi produzido, mixado e masterizado por Adair Daufembach (Angra, Cadaver, Tony MacAlpine) com arte de capa de Alcides Burn.

“Nós compusemos e gravamos esse álbum durante a pandemia, e todo aquele clima de incerteza, medo e fé foram cruciais para finalizar o trabalho. Pela primeira vez usamos vocais limpos em uma música, trouxemos Marc Rizzo [guitarrista do Soulfly, Cavalera Conspiracy, Ill Nino] como um músico convidado. Esse álbum é muito brutal, mas tem muitas emoções nele. Eu o considero nosso álbum mais inspirado de todos os tempos porque a banda estava unida e sólida", disse Marcus D'Angelo, guitarra e voz do Claustrofobia.

Marcus também falou sobre o contrato com a M-Theory Audio: "Com base no amor pela música, cultivamos um relacionamento saudável com toda a equipe nos últimos anos e as coisas simplesmente aconteceram naturalmente e no melhor momento para a banda. O fato de estarmos sendo cuidados por uma equipe com mais de 30 anos de grande reputação na cena global do Heavy Metal realmente nos deixa muito felizes e seguros. O comprometimento deles com o trabalho e o amor pelo Metal convergem nos princípios da Claustrofobia e mal podemos esperar para começar esta nova era", finalizou.


Datas da North American Farewell Tour 2024




17/9 Chicago, IL @ Concord Music Hall

18/9 Minneapolis, MN @ Uptown Theater

20/9 Denver, CO @ The Ogden Theater

21/9 Salt Lake City, UT @ The Depot

22/9 Boise, ID @ Knitting Factory

23/9 Seattle, WA @ The Showbox SODO

25/9 San Francisco, CA @ The Warfield

26/9 Los Angeles, CA @ The Novo

27/9 San Diego, CA @ House Of Blues 

28/9 Tucson, AZ @ Rialto Theatre

30/9 Dallas, TX @ The Factory 

02/10 Tampa, FL @ Jannus Live

03/10 Atlanta, GA @ Buckhead Theater

04/10 Raleigh, NC @ The Ritz

05/10 Baltimore, MD @ Rams Head Live

06/10 Philadelphia, PA @ Franklin Music Hall       

08/10 Cleveland, OH @ The Agora Ballroom

09/10 Toronto, ON @ Rebel ×

10/10 Montreal, QC @ L’Olympia ×

11/10 Worcester, MA @ The Palladium

12/10 New York, NY @ The Palladium Times Square


× Dias de folga para o Claustrofobia com shows abertos pelo Harvest.

*por Artur Mamede com informações da M-Theory Audio 


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Vulture lança single "Over The Bloodshed" em lyric video

"Over The Bloodshed", o primeiro single pinçado de "Apostasy Campaign", o novo álbum dos thrashdeath metalle...