A loucura e paixão confessas pelo death metal sombrio e direto dos anos de 1990 gerou o nascimento de mais um super grupo (sim, eles existem no underground também) do estilo mo Brasil.
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| Capa do single "Meet You In Hell" por Fernando Lima. |
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| Capa do single "Meet You In Hell" por Fernando Lima. |
Sacrílego desde a capa, "Blackest Metal Power" é uma ode à primeira onda do black metal, que em seu período primordial ainda era soldado pela cervical ao speed e thrash.
Aqui está "Blackest Metal Power". Acesse e ouça ALTO!
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Carregado de riffs cortantes, graves sólidos, bateria em constante avanço e urros raivosos, "Blackest Metal Power" é indicado para admiradores de Vulcano e ainda atinge os speed thrashers que cultuam o primitivo.
O recente single dá continuidade ao metal sujo, rápido e áspero proposto pela banda desde sua formação em 2015, na cidade de Atibaia (SP). A faixa já havia sido lançada em "The Profane Deflowering of the Perverted Immaculate Saint", um split CD com os paraguaios do Warfare Noise, disponibilizado em maio.
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| Blasphemaniac no palco (imagem do clipe de "Hell's Eternal Fire" do EP "Night of the Necromaancer") |
Anteriormente, o Blasphemaniac havia lançado, o EP "Night of the Necromaancer" (abril de 2023), que traz uma versão para "Storm of The Reaper" dos black metallers suecos Nifelheim,
Em março do mesmo ano junto a Infernal Flames, Sadophallus e Sadokult, a banda lança o 4-way split CD "Infernal Kult Sadomaniac", participando com as faixas "Blasphemaniac", "Armageddon is the Only Way" e "Lust Possession", do álbum intitulado "Bestial Occult Ceremony", que também traz um cover de "Mion's Hill" da entidade japonesa do black metal Sabbat e de onde foi extraído o blasfemo clipe de "The God's Mother Rape".
E tem mais coisas aínda a serem descobertas sobre o Blasphemaniac. Procure.
*por Artur Mamede
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Lançado pela Renegados Records,"Epilogue" tem nove faixas e a princípio pode ser visto/ouvido como um álbum conceitual observando-se os títulos das faixas e as ouvindo na ordem em que foram colocadas.
Da primeira à última faixa, "Prelude" e "Epilogue", respectivamente, é possível também notar a caminhada do Vulcano, passar por suas fases evolutivas e suas imersões musicais para além do black metal cru do Venom, flertando com o avant-garde dos primeiros trabalhos do Celtic Frost e death metal dos anos de 1980.
A faixa de encerramento conta com a invocação registrada na faixa "Bloody Vengeance" do álbum de mesmo nome, de 1986. O fim é o início, remetendo à serpente/dragão que morde a própria cauda estampada na capa de "Epilogue', arte assinada por Reinaldo Orbiux que faz as vozes em "Prelude".
“O conhecimento não se alcança com as faculdades do intelecto, essas são as de menor importância para aquele que busca”, diz o líder, fundador e guitarrista do Vulcano, Zhema Rodero, em seu hermetismo filosófico, uma característica que faz questão de registrar desde "Om Pushne Namah", EP lançado no longínquo ano de 1983.
Atualmente, além de Zhema, o Vulcano é formado por Luiz Carlos Louzada - vokills (1997-2000, 2008, 2010 - presente), C. Nunez - baixo (2022 - presente), Gerson Fajardo - guitarra (2015 - presente) e Bruno Conrado - bateria (2019 - presente), todos com grandes contribuições para novo grande álbum do Vulcano, principalmente Claiton Nunez, que assina com Zhema a composição de cinco faixas.
Zhema ainda divide três letras com Carli Cooper, parceiro desde o início da banda.
Aqui está "Epilogue". Acesse e ouça.
"Epilogue" foi gravado n'O Beco Estudios (Curitiba-PR) entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024 e mixado e masterizado por Ivan Pellicciotti, que também assina a produção com Zhema Rodero.
*por Artur Mamede
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