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terça-feira, 4 de novembro de 2025

Escöria - "Novos Tempos" sai em vinil


"Novos Tempos", o mais recente trabalho do trio crust/punk Escöria, sai em versão vinil 12" por meio de um esforço coletivo de 27 distros/selos brasileiros.

Lançado digitalmente em maio de 2025, "Novos Tempos" foi produzido, gravado, mixado e masterizado entre os meses de abril e maio deste mesmo ano. 

Com 10 faixas, o álbum foi registrado em 12 canais no estúdio Atrás Do Cemitério (Pelotas/RS) por Zac Belver e tem o conceito gráfico assinado por José Luis Salvador.

Aqui está "Novos Tempos". Acesse, compre no Bandcamp, e ouça ALTO.


Capa de "Novos Tempos" por José Luis Salvador


Sempre resistência


Formado em 1996, o Escöria tem aqui um de seus mais ricos trabalhos. As 10 faixas captam toda a experiência e as influências do trio Martins (bateria-vocal), Lídia (baixo-vocal), Marcelo (guitarra-vocal), indo do punk/HC mais "tradicional" ao crust e d-beat. 


As letras não baixam a guarda, destroçando conceitos de falsa moralidade e relações humanas, alertando sobre um revide (necessário) à agressões sexuais, o descaso do Estado frente à crise climática e outros temas.

Track list


1. O novo normal
2. Domesticades
3. Caça
4. Uberização
5. Programe ou seja programade
6. Experiência
7. Micro relações
8. Desalojades do clima
9. Sempre resistência
10. Ilusões

Distros/selos onde adquirir a versão em vinil

No Future (@nofutue.distro)
Tufo (@tufo.di.y)
Two Beers Or Not Two Beers (@tbontbrec)
Hashiriya (@hashiriya_wear)
Metal Punk Overkill (@metalpunkoverkil)
Manaós distro (@manaos_distro)
Capa Preta Records (@capapretarecords)
Tu.Pank Records (@tu.pankrecords)
Weirdo Distro (@weirdo.distro)
Punho Em Riste Records (@punhoemristerecords)
moluskäos Produções (@moluskaos)
UnderShows (@undershowsbr)
TGR Sounds (@tgrsounds)
Sangue de Barata (@sanguedebaratadistro)
Undergrind Records (@undergrindrecs)
Poeira maldita (@poeiramaldita)
distraminA (@distramina)
FÚRIA! (@furia.coletiva)
Crust or Die (@crustordielabel)
Cérbelo Discos (@cerbelo.discos)
noisefeto distro (@noisefetodistro)
Subverta Distro & Recs (@subvertadistrorecs)
Medonho Records (@medonhorecs)
Gil Distro

*por Artur Mamede

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sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Split "Mollotov Attack vs Artigo DZ9?" está lançado


Lançado oficialmente nesta sexta-feira (4) o split "Mollotov Attack vs Artigo DZ9?" já sobe à categoria dos grandes trampos surgidos nesse ano. Nós streamings (via FumaRecs) ou em digipack (confira a lista de selos*), o álbum tem 15 enérgicas faixas de punk HC que flertam com o crossover e adjacências sonoras.



Nessa matéria especial teremos uma rápida entrevista com Wagner Cyco (Mollotov Attack) e a resenha do álbum, assinada por Frávio Duarte (One Degrau na Véia).

Gravados em locais diferentes,cada lado tem sua cara mas isso se junta ao apertar o play, criando uma forte unidade independente e incisiva que mesmo parecendo bem humorada (a capa assinada por Dáblio C chama a ideia) é carregada na boa música de combate.



Capa do split por Dáblio C 


Ouça "Mollotov Attack vs Artigo DZ9?" clicando AQUI.

Quem fez o que aqui


Com sete sons próprios, o lado Mollotov Attack (Bollaxa - baixo e vocal, Wagner Cyco -guitarra e Didi - bateria) foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Bamboo Haus (São Bernando do Campo/SP) por Fabio Godoy, em março de 2024.

Das oito do lado Artigo DZ9? (Lê - vocal, Jr. Smega guitarra, Léo - baixo e Juninho - bateria) sete foram gravadas, mixadas e masterizadas no RMS Estúdio (Agudos/SP), por Reinaldo Moreira, em fevereiro de 2024, exceto "Introducaos", faixa extra registrada em fevereiro de 2009.

Ainda na track list da Artigo DZ9?, "Biocida" é a única que não é assinada pela banda. A música foi cedida por Detrito Social e letra/poesia por Maria Helena (Ira dos Corvos).

Contra-capa do split


...tudo foi ficando melhor que o esperado 


O Riffmakers conversou rapidamente com Wagner Cyco sobre os acertos para o lançamento do split e o próprio diz o que acha do resultado final. Confira.

Riffmakers: Como foi fechar com a Artigo DZ9??

Wagner Cyco: A gente tinha essas sete músicas para gravar e não sabia se faria um EP, sairia físico ou só nas plataformas de streaming. Sei lá, é meio estranho lançar material hoje em dia Ninguém sabe ao certo a forma ideal. Aí pensamos nessa opção do split.

Split é legal porque atinge um público maior e tal. E se não me engano, numa conversa com o Juninho (baterista da Artigo) fiquei sabendo que eles também tinham material que estavam para gravar e sugeri a parceria.

A gente se conhece há bastante tempo, desde que eu tocava na Irmã Talitha, então foi um processo bem tranquilo e divertido.

Riffmakers: E o resultado final? Como foi receber o split pronto?

Wagner Cyco: Cara, fiquei muito feliz com o resultado. As escolhas foram sendo feitas de comum acordo entre as bandas e tudo foi ficando melhor que o esperado. Desde a ideia da capa até o aumento inicial da tiragem com a entrada de mais selos interessados em participar do projeto. Foram muitas surpresas positivas.

Quando a gente viu pela primeira vez as caricaturas feitas pelo Dáblio C, quase morreu de rir. E na questão do som, acho que que foi um encaixe muito bom, desde os temas abordados até a qualidade das gravações.

Resenha por Frávio Duarte (One Degrau Na Véia)


Frávio e seu exemplar exemplar do split 



Eis que recebo dos correios uma bolachinha enviada pelo meu brother Wagner Cyco, nada mais nada menos que um split com as bandas Mollotov Attack (Punk Hc do ABC Paulista) e Artigo DZ9? (Punk Hc de Agudos/SP). "Mollotov Attack VS Artigo DZ9?" já começa massa demais pela arte, trampo feito pelo Dáblio C. Mas quando se coloca o disquinho pra rodar, aí é que o bicho pega!

O Mollotov começa com o pra mim já hino "Esquadrão Vira Latas", uivando e abrindo alas pra pancadaria sonora que começa e dá o tom de todo o disquinho! "Panela de Pressão" vem em seguida, mantendo a pegada rápida e revolucionária da banda. "Tatau" vem na sequência: uma bela pedrada em homenagem ao vício das tatuagens. Baixão marcando firme e forte! Em seguida temos "Boneless", um instrumental instigante que já fez esse véio aqui bater a cabeça mais rápido, com calma pra não ter que encher o rabo de "dorfrex" mais tarde... Coisa que na próxima música, "Saco de Vacilo", já fica mais difícil de se controlar... A parada segue alucinante! "Eu só Vou" me remeteu aos bons tempos do Cólera, com aquele refrão maroto que fica na mente e te faz cantar a plenos pulmões... E a banda fecha sua parte com "Incendiários", letra totalmente antifa e numa pegada musical diferente do que os caras já gravaram. Eu particularmente achei foda demais, assim como os sons nesse split, que apresenta um Mollotov Attack mais seguro e afiado que nunca! Sem menosprezar os trampos anteriores da banda, esse é sem dúvidas o meu favorito até agora!

Partindo agora pra Artigo DZ9?. "Vejo" abre os trabalhos com uma intro sombria, falando de decepções e de seguir em frente! "Andando em Círculos" vem na sequência, mantendo a pegada punk com gritos de inconformismo. "Intolerâncias", que por sinal é o título do trabalho original, de onde foram tirados os sons do split, vem acelerando e convidando a abrir um espacinho na sala pra pogar! "Cavando sua Cova" aparece nervosa, dando aquela chamada nos ativistas undergrounds de boutique. Logo vem "A Violência nos Mostra", com uma intro mais cadenciada, partindo pra porradaria com classe... "Fusão" grita pelo planeta em meio a tanta merda acontecendo... O disco fecha com "Biocida". Puta som, que começa ao som de passarinhos cantando e que se transforma em um hino contra toda a ganância humana que está levando nosso planeta pro buraco!

Enfim, um disco massa de se ouvir. Divertido e consciente, que mostra duas bandas veteranas do cenário underground em seus melhores momentos. Pouco mais de meia hora de som pra você pogar e refletir sobre o futuro da existência humana! Parabéns Mollotov Attack e Artigo DZ9?... Mataram a pau!


Selos/distros envolvidos*


Red Napa Records
Two Beers or not Two Beers Records
Manaós distro
Tu.Pank Records 
Cabra Macabra Cds
No Fashion HC Records 
Nöise Mesmo Records 
Subverta Distro Records 
Programa Atentado Sonoro 

por Artur Mamede 


APOIADORES RIFFMAKERS 







quinta-feira, 6 de junho de 2024

"Prólogo", primeiro EP da Pöstvmö já está disponível


Nascido à sexta hora deste 6 de junho, "Prólogo" é o primeiro registro oficial de média duração da entidade blackened/crust Pöstvmö. O EP de seis faixas (contando a tenebrosa intro "Fim") já se encontra assombrando as principais plataformas de streaming.


"Prólogo" vem no rastro de uma série de disparos de vídeos na internet e do single "Eu Sou A Verdade" (fevereiro, 2024). O EP terá sua versão física lançada em breve por meio da coalizão de 15 selos/distros/amigos que possibilitará o lançamento e a distribuição da obra.




São cúmplices da Pöstvmö no atentado as distros/selos Poeira Maldita, Emma Distra, Tiranossaura Recs, Brado Records, Two Beers Or Not Two Beers Records, Noise Mesmo, Terror 157, Undergrind Recs, Helena Discos, Vertigem Discos, Tu.Pank Records, Manaós Distro, Igor Augusto (Rotten Entrails), Blaster Flag Recs e No Future Distro.

Leia também: Negativus - primeiro álbum a caminho

Prólogo 

Nas redes sociais, a Pöstvmö apresenta "Prólogo" como "o primeiro ato, o início da tragédia, o prenúncio da passagem do herói da dita para a desdita. O primeiro suspiro, a primeira fala, a dança que antecede a tempestade. Prelúdio".

"Escolhemos o nome “prólogo” para nosso primeiro lançamento por ser o ensaio daquilo tudo que está por vir, de tudo que será construído a partir daqui e o entrelace de todo sentimento que nos compõem e nos fortalece. Prólogo como a ponte do passado ao presente e ao futuro, a serpente que devora a própria cauda, o movimento, o eterno mover", diz a banda.

E tudo isso é condensado em pouco mais de 19 minutos de desepero e desencanto, tocado com aspereza contínua e algumas poucas brechas para respirar (ouça AQUI).



Impressões de uma primeira audição 

"Fim" é a tenebrosa intro do EP. Samples de cantos litúrgicos, sinos e uma narração sussurrada, que assombram pelo bom uso e gosto, já que todos esses elementos já foram usados ad nauseam por centenas de outras bandas. 

O arregaço tem início com "Eu Sou A Verdade". Um riff hipnótico faz a cama para blast e baixo marcando a trilha para a entrada dos vocais desesperados. Logo aparecem algumas variações no andamento, o que vai ser ouvido nas outras faixas e enriquecem a audição.

"O Eterno Não Existe" chega de forma direta num rifferama constante logo acompanhado por toda a banda. O nível de desepero aqui se eleva ao inferno até que uma quebra pontuada por um baixo limpo traz um respiro, entra a voz que tenta emular uma calma que nunca virá. E a faixa volta ao seu "normal".

Post-punk é ouvido nos primeiros segundos de "Osculum Thanatos". E mais uma vez a calmaria é adiada. Um bom trabalho da bateria segura a atenção. Viradas seguras e um andamento constante que dão a deixa para a banda, os segundos finais são extremamente opressores e belos. Faixa rica em variações, um achado que já está na mais alta prateleira das preferidas.

"Ateus" provavelmente seja encarada como a mais tradicional. Tem muita coisa 80/90 aqui, mas sem o ranço saudosista. Os vocais são mais nítidos e a letra é passada de forma direta (infeliz de quem espera algum conforto) e os instrumentos continuam apostando nas variações de andamento.

O fim de qualquer esperança vem com "Filhos da Mão Esquerda". Faixa esmagadora e veloz, com algumas passagens para o headbanging (caso tu consiga desgrudar da parede para onde a banda de empurrou). E fim. 

O que te digo é que se há opressão sonora aqui, o silêncio que vem depois é muito pior. Vou ouvir de novo.

*por Artur Mamede 


APOIADORES RIFFMAKERS 











segunda-feira, 3 de junho de 2024

Subcut - "dEUS?? PÁTRIA?? FAMÍLIA??", um faixa a faixa

"dEUS?? PÁTRIA?? FAMÍLIA??" lançado em maio é o mais recente trabalho do Subcut, um dos pilares brasileiros do grind/noise e adjacências. Publicado em formato 7", o EP tem 9 sons, sendo quatro faixas inéditas. 


A arte da capa leva a assinatura da Aberrarte e os sons são registrados em vinil amarelo, em uma tiragem limitada a 300 cópias.



A obra só saiu, como muito do que e produzido no submundo, graças a um esforço coletivo ente banda e vários selos/distros e o resultado fica para a história da anti-música e da música extrema mundial.



Leia também: "ANNO DOMINI 1989-1985" - Tony Martin reconhecido

Uma visão do submundo 




O Riffmakers deixou o espaço livre para as palavras de Afonso Moura, que além de batera e vocal do Subcut, produz o Prudente Inferno Festival e é proprietário da Áudio Guerrilha Recs.

E de uma só tacada recebemos uma visão panorâmica do atual cenário, uma breve resenha de "dEUS?? PÁTRIA?? FAMÍLIA??" e um faixa a faixa das músicas inéditas do EP. Confira.

"Nessa fase que vivemos... vivenciando a contra-cultura... enaltecendo o caos e a desarmonia musical, os COLETIVOS DE SELOS estão fazendo a diferença no FAÇA VOCE MESMO, ajudando em lançamentos undergrounds em diversos formatos de áudio" comentou Afonso Moura.

"Os selos undergrounds geralmente são compostos por pessoas que acreditam na cena subversiva, saindo fora dos padrões mainstream de selos maiores. Realmente ajudam e apoiam as bandas que fazem a diferença no underground... Membro de banda, editores de zines, distribuidores, produtores de eventos... pessoas que não se apoiam na cena mas que fazem a roda girar, saca?", ressalta.

"Pois é... beirando os 30 anos de existência, ou melhor resistência.. ou porque não... insistência... lançamos mais um 7" EP, desta vez somente nosso, sem ser split com outra banda... Queríamos que fosse assim... E também optamos em um lado ser de gravação em estúdio (lado A) e o outro ser uma gravação de um show (lado B). Era uma pilha nossa...", disse Afonso.

Ouça o Subcut no Spotify (AQUI)

"No lado A, temos quatro sons inéditos mais uma regravação, gravados em 2023 e no lado B, cinco sons captados numa gig aqui em Presidente Prudente em 2022, junto com ONANIZER, na ocasião em tour pelo Brasil...", completou o baterista do Subcut antes de começar o faixa a faixa.


Imagem: Reprodução/ Läjä Records


"dEUS?? PÁTRIA?? FAMÍLIA??" faixa a faixa (por Afonso Moura)


Cárceres sem Muros – o quanto o homem se submete aos domínios de outros. Se validam pela opinião de terceiros, que nem sempre estão próximos, mas que utilizam da manipulação em massa, para se beneficiar da fraqueza humana. Infelizmente vivenciamos bem mais latente nos dias atuais... Meros escravos de um sistema sempre em rotação.

Glorificação aos Porcos – desde os tempos mais remotos, a religião, qualquer que seja, traz uma mensagem sublimar... Venha a mim, escute minhas falas, siga o caminho que lhe mostro e assim terá sua redenção... Mais um ato de castração de pensamentos, proibição de questionamento... mas no final sempre sera o mesmo: dominação!!!

A Inquisição. O Perjurio. E a Peste Negra – muito se fala em liberdade de expressão, mas ate onde a sua opinião é respeitada? Ate onde suas atitudes não são condenadas? Suas opções, seja elas quais forem... não serão alvos de discursos falso-moralistas? Precisamos evoluir como espécie, saber respeitar e compreender os pensamentos diferentes dos nossos. Ninguem “nunca” terá a verdade absoluta em suas mãos...

Sonho dos Afogados – essa é a regravação... saiu noutros lançamentos, mas sempre esta na nossa sequencia de show... Na minha visão, a busca por dias melhores, sempre sera o gatilho por lutar pelo VIVER... buscar aquele mundo, belo e justo, que nos foi mostrado, pelos nossos pais, quando nascemos... Mas com o passar dos anos, a realidade dos nossos dias, é bem diferente... Não para todos, mas para pessoas como eu... que, na conquista de alguns sonhos, sempre é abalada por algum obstáculo... A felicidade nunca é plena. A alegria nunca é plena... mas nos fortalece!!

Misantropo – o próprio nome diz - “Misantropia”. Apesar de ter sido feito antes da pandemia, ela aflorou esse sentimento no período da COVD. A reclusão. O ficar em casa. Isolar-se.. trouxe a tona esse sentimento... Trouxe também uma visão encobertada por pensamentos ditatoriais, de autoritarismo, de soberania estatal, de moralidade, onde uma ruptura social foi necessária, onde muitas mascaras caíram, dividindo o joio do trigo.... dEUs?? Patria?? Familia??... só que não, né?

*por Artur Mamede e Afonso Moura 




APOIADORES RIFFMAKERS 









segunda-feira, 20 de maio de 2024

Obitto + Plague Rages split já disponível

O split, formato clássico de dividir espaço físico ou digital com nomes de peso (e apropriado com excelência pelo grindcore e seus subgêneros), ganhou mais um item com o lançamento em 7" do album Obitto + Plague Rages.


Lançado inicialmente em formato digital no último domingo (19), o álbum ganha no dia seguinte sua versão física, em vinil laranja, graças ao empenho de um combo de selos e distros nacionais, naquele corre  que permite que muita coisa boa da produção independente saia das garagens e veja a luz. E somos gratos por isso.


Combo destruidor 


O combo destruidor Plague Rages + Obitto + selos/distros colocou nas ruas (e espaços digitais) 12 sons do mais extremo grindcore brasileiro. São cinco faixas assinadas pela Obitto e as outras sete levam a assinatura da Plague Rages, em um moedor que opera na velocidade máxima para destruir tudo em apenas 12 minutos e 55 segundos 

Aqui está o split Obitto+ Plague Rages no YouTube. ouça ALTO!

A Obitto arregaça com um grind direto, reto e cru, instrumental e vocais disputando na raiva e rapidez. A bateria ganha no quesito volume, mas ainda assim está tudo bem audível, sendo possível inclusive acompanhar as letras 

Do lado Plague Rages as composições são mais variadas, alternando grooves e andamentos quebrados, vocais do puro grind e guturações death metal, tudo isso comprimido em faixas curtas e carregadas nos riffs abrasivos.

Lado Obitto 




1. Assim Começa a Destruição 
2. Genocídio 
3. Exposing The Shadows
4. Extintion
5. Apenas Um Ser

Lado Plague Rages 




1. Cíclico
2. Direitos Humanos para todos os Humanos 
3. Preconceito Infantil 
4. Cultura do Estupro
5. Doença que parece a cura
6. Análogo a Escravidão 
7. O que o capitalismo trás de bom?

por Artur Mamede 














Vulture lança single "Over The Bloodshed" em lyric video

"Over The Bloodshed", o primeiro single pinçado de "Apostasy Campaign", o novo álbum dos thrashdeath metalle...